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Mostrando postagens de abril, 2026

MINHA TRAJETÓRIA ACADÊMICAS.

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  LI EM CIENCIAS DA NATUREZA.      O meu ingresso na universidade tem sido uma das experiências mais desafiadoras da minha vida. Desde o início, percebi que essa caminhada não seria fácil. A rotina é cansativa, exige muito esforço, dedicação e disciplina. Em muitos momentos, me sinto sobrecarregado pelas atividades, trabalhos, leituras e avaliações, principalmente nos componentes curriculares que apresentam conteúdos mais complexos e exigem ainda mais concentração e estudo. Há disciplinas que têm sido verdadeiros desafios para mim, especialmente por exigirem uma base de conhecimento maior e uma adaptação ao ritmo acadêmico. Muitas vezes, o cansaço físico e mental aparece, e surgem momentos de dúvida e dificuldade. No entanto, é justamente nessas horas que encontro ainda mais força para continuar. Quanto maior a dificuldade, maior se torna a minha vontade de permanecer e seguir em frente. Cada obstáculo enfrentado me faz lembrar do motivo pelo qual entrei na universid...

AULA DA SEMANA ARTE E TERRITÓRIO

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         https://share.google/PF0R3qYV4Y7DsIbPN         O BAIÃO : do meu querido, Luiz Gonzaga            Imagine um retirante que, após anos de poeira e saudade, ouve os primeiros acordes da sanfona de Luiz Gonzaga.    Para ele, o Baião não é apenas música; é o cheiro da terra molhada após a seca e o abraço da mãe que ficou no sertão.     É o som que fez o Brasil inteiro olhar para o Nordeste com respeito, transformando a dor da migração em uma batida de pé firme no chão, cheia de orgulho e dignidade.                 Mais que música, o baião é a crônica do sertão. As letras frequentemente abordam o cotidiano, as dores, a seca e as alegrias do povo nordestino, dando voz aos esquecidos.      O Rei do Baião: Luiz Gonzaga foi o grande difusor do estilo, levando o forró pé-de-serra, xote e xaxado para todo o Brasil, criando uma ponte...
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ESTUDOS DA SEMANA: Livro. A invençao do Nordeste. autor: Durval Muniz Albuquerque Jr. Professor : Joel Pereira Felipe  Diciplina : Arte e território  https://sig.ufsb.edu.br/sigaa/portais/discente/discente.jsf#  A obra demonstra como intelectuais, políticos, escritores e artistas criaram uma imagem estereotipada do Nordeste, frequentemente associada à seca, ao atraso, à pobreza e ao sertão, ignorando a diversidade da região. Construção Política: O termo "Nordeste" ganhou força e foi oficializado a partir da década de 1920, especialmente para "obras contra as secas", servindo a interesses políticos e de poder, muitas vezes para consolidar uma visão imposta de fora (pelo Sul/Sudeste). O "Outro" Nordeste: O autor mostra que o Nordeste foi inventado como o "antagonista" do Sudeste desenvolvido, um lugar de "atraso" necessário para definir o progresso do restante do país. Discurso de Poder: O livro utiliza análise foucaultiana para mostrar c...